04/11/2008

É hora de dar tchau…

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Tom Zé, no encerramento do Circuito, faz a boa vizinhança com a torcida e se diverte vestindo a camisa dos dois times:  AE Araçatuba e Bandeirante de Birigüi.

Ô Birigüi, Birigüi, Birigüi
Ô Birigüi, Birigüi, estou aqui
Quem me dera viver aqui…
(Tom Zé e banda)

BIRIGÜI: Com cerca de 100 mil habitantes, Birigüi, a Cidade Pérola, leva a marca de capital nacional do calçado infantil por ser o maior pólo industrial do Brasil especializado neste segmento.Em 2004, a cidade foi apelidada no programa Rockgol, da MTV, de Massachussets Brasileira. A brincadeira rendeu a chave da cidade ao apresentador do programa, Paulo Bonfá.

No futebol, o representante-mór é o Bandeirante Esporte Clube, time que com 85 anos de fundação já colecionou conquistas importantes e também vários rivais, o maior deles a AEA (Associação Esportiva Araçatuba).

O roteiro do Circuito Sesc de Artes que compreendeu dez cidades da região de São José do Rio Preto e Birigüi, terminou no sábado, na Cidade Pérola.

“O Leão da Noroeste vai jogar é no Campeonato da Itália, a primeira divisão de São Paulo é fichinha”, vaticinou Tom Zé na hora da despedida.

Durante a viagem, ’seu Fidelis’ reencontra o irmão

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O acordeonista do espetáculo Tudo que se Espera com o novo amigo Eduardo Vieira. No mesmo dia, ’seu Fidelis’ encontraria o irmão que não tinha notícias há 47 anos

BIRIGÜI: Não só de arte vive o homem. Encontros e reencontros engrandecem a alma tal quanto.  Atraído pelo som do violão, seu Fidelis, acordeonista que acompanha o espetáculo Tudo que se Espera, da Cia Clébio de Oliveira, parou para conhecer a música do birigüiense Eduardo Vieira, que retribuiu a gentileza com uma canção ao pé do ouvido.

“A música é boa, uma melodia bem carioca”,  comentou Fidelis, paraibano radicado há 30 anos no Rio de Janeiro. No mesmo dia, seu Fidelis viveu uma daquelas histórias que daria  roteiro de filme, uma bela foto ou o capítulo de um livro.

Durante a estada em Araçatuba, ele aproveitou para buscar notícias do irmão que não via há 47 anos. A última informação que tinha era a de que ele vivia em Panorama, cidade paulista quase divisa com o Mato Grosso. Como a cidade é pequena, não foi difícil localizar Paraíba, o irmão “sumido” de Fidelis.

“Foi muita emoção. Agora tenho o endereço e o telefone dele. Não vamos mais perder o contato. A energia dessas pessoas que estão viajando comigo foi que me ajudou a encontrar meu irmão”, disse emocionado.

O menino

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ANDRADINA:
“Todas as crianças nascem artistas. A dificuldade está em continuar a sê-lo quando crescem”. (Pablo Picasso)

Aniversário da poesia

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ANDRADINA: No dia em que o poeta Carlos Drummond de Andrade comemorava 73 anos, em 1975, Ricardo Chacal pisava pela primeira vez num palco para recitar poesias.

Sexta-feira (31), quando o poeta do José, de João que amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili faria 106 anos, Chacal, do Théo, elegante salafrário e das tantas bocas para se fazer um beijo, completava 33 anos de poesia, comemorados com hip hip hurra, em Andradina.

Último show. Novos fãs

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As estudantes vieram de Bauru para ver o show de Rita

ARARAQUARA: Rita Ribeiro fechou o Circuito com um show arrasador. Os sons de orixás, atabaques, guitarras, cantos e falas de terreiros se misturaram às ondas do pop e fizeram dançar centenas de pessoas na área de convivência da unidade do Sesc na cidade.

Uma das surpresas da noite foi uma versão “guitarra & voz” para Pensar em Você, de Chico César. O público cantou junto e delirou.

Na platéia, um grupo especial dançava logo em frente ao palco: seis estudantes de Bauru que assistiram ao show de Rita Ribeiro em Jaú e foram até Araraquara para repetir a dose. Merecem destaque no Blog.

Reencontro

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ARARAQUARA: Os dançarinos do grupo Primeiro Ato (MG) Júnio Nery, Dani Deville, Cibele e Thiago Pereira tiveram uma bela surpresa em Araraquara. Encontraram a professora de dança Roberta Mazziero, que lhes ensinou várias lições de dança quando todos passaram pela turma profissionalizante do Primeiro Ato. “Saímos das aulas para entrar no mundo da dança depois das aulas dela”, contou Júnio Nery, que colocou a conversa em dia com a professora, três anos depois de a mestra ter deixado as aulas para morar em São Carlos, a 32 quilômetros de Araraquara.

Thiago Pereira mostrou a admiração que tem por Roberta. “Ela me ensinou tudo o que eu sei sobre dança, maravilhosa”, confessou. Um bom profissional sempre foi um bom aluno. E um bom aluno sabe reconhecer a grandeza de seus professores.

Os bastidores da arte

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ARARAQUARA: Ser artista é ser uma antena para sensibilidades, criar pontos de intersecção entre o impensável e o concreto. Flutuar entre o real e o imaginário. Estar entre duas dimensões da existência que, apesar de paradoxais, convivem no mesmo mundo. Este aqui. O mundo da arte é o mundo do trabalho.Entrar no personagem, passar o texto, marcar a cena, alongar o corpo, desamassar o figurino, armar o cenário, carregar peso, testar luzes, aumentar volumes, afinar o instrumento, aquecer a voz, caçar microfonias.

Subir em ônibus, decolar de avião, pegar vans, entrar e sair de hotéis, num check-in-check-out de territórios, lares, pensões, pousadas, quartos sem dono, vidas sem lugar.
Sob o sol. Tomando chuva. Sem ar condicionado. Debaixo de lona. Sobre o asfalto.  Sem suar, para não estragar a maquiagem. Sem tropeçar, pra não destruir o cenário e machucar os pés. Sem mau humor, pra não perder energia. Sem esmorecer. Sem preguiça. Sem perder a fé.

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Na montagem, os bastidores resgistrados entre os dias 20 e 24/10 do roteiro Sesc Catanduva / Sesc Araraquara.

Hoje tem marmelada

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ANDRADINA: Depois de se divertirem e participarem do espetáculo Tampinha Tira os Óculos, a criançada correu para trás do “picadeiro” para tietar os palhaços Chicabon e Tangerina.

Sem papel adequado para a ocasião, nem titubearam, pediram para a dupla autografar na obra de arte confeccionado há pouco na oficina Risco. 

Já que é para guardar, que fiquem no mesmo lugar.

03/11/2008

Camarim ao ar livre

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PIRASSUNUNGA: Espelho encostado na árvore, lápis e sombra para pintar os olhos, muita imaginação na cabeça para criar um novo rosto, um novo personagem entrando em cena. Uns com olhares tristes, outros alegres, tudo para encantar o público que perambulava na praça, tudo para trazer um mundo de fantasia. As crianças que passavam não sabiam o que se escondia embaixo daquelas pinturas.

Valsa na praça

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PIRASSUNUNGA: Todos na praça assistiam ao baile, que misturava  ao som de valsa uma dança entre os integrantes da Cia São Jorge de Variedades e as pessoas da cidade. Estava frio na noite de Pirassununga, mas ninguém arredou o pé do local, para não perder nenhum instante do espetáculo. No final ficaram encantados sem acreditar na beleza que tinham presenciado, até embaixo do pano da Cia no encerramento entraram. Um verdadeiro sonho para a população que ficou por lá até a desmontagem o equipamento.