03/11/2008
Dança nas alturas

TAUBATÉ: Aqui na cidade de Monteiro Lobato, o bailarino Fábio Dornas desafiou o calor e o suor que lhe molhava as mãos e cumpriu a promessa de escalar os 30 metros da caixa d’água do Sesc.
“Quando estava lá em cima senti cansaço e dores nos braços e nas pernas, a mão também transpirava, mas a sensação da altura é uma delícia”, conta o bailarino, que já pulou de uma altura de 80 metros com uma corda amarrada à perna nos Estados Unidos.
Em terra, Carlos Arão, seu companheiro de dança, evoluía numa bela coreografia sobre uma mureta. Foi o espetáculo mais arriscado da dupla, que deixou a platéia do Circuito de boca aberta. “Quem são esse doidos?” é a pergunta que mais se ouviu do público nestes dez dias de caravana.
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