03/11/2008

Um clube, uns artistas e muita diversidade

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OSVALDO CRUZ: Próximo ao Clube das Bandeiras dois garotos apertam a campainha de uma casa e perguntam: “gostosuras ou travessuras?” Esta frase, tipicamente americana, mostra que o brasileiro acopla muitas culturas em si. Dentro do clube a junção cultural também foi percebida. A multiplicidade de talentos foi vista e admirada pelo público.

A noite de apresentação começa com o espetáculo do artista de rua Marcio Libar, que faz questão de frisar que não é Bob Marley, Djavan, Falcão do grupo O Rappa, muito menos integrante do Cidade Negra. Que o perdoem os tupiniquins, mas Libar prefere influência africana e executa um número de dança afro e faz, ao mesmo tempo, malabarismo com três facas sarracenas.

Toda a diversidade presente no Circuito foi muito aplaudida. A Cia. Damas em Trânsito e os Bucaneiros inovou durante 30min. Os bailarinos chegaram a fazer movimentos que parecem impossíveis, como ficar dentro de uma cadeira.

Simultaneamente à dança, foi realizada uma oficina de artes visuais da publicação Risco. Para completar houve exposição de painéis literários e exibição de curtas-metragens. As atividades foram finalizadas com show de Chico César e banda, que animaram o público.

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