04/11/2008

Durante a viagem, ’seu Fidelis’ reencontra o irmão

birigui_fidelis_web.jpg
O acordeonista do espetáculo Tudo que se Espera com o novo amigo Eduardo Vieira. No mesmo dia, ’seu Fidelis’ encontraria o irmão que não tinha notícias há 47 anos

BIRIGÜI: Não só de arte vive o homem. Encontros e reencontros engrandecem a alma tal quanto.  Atraído pelo som do violão, seu Fidelis, acordeonista que acompanha o espetáculo Tudo que se Espera, da Cia Clébio de Oliveira, parou para conhecer a música do birigüiense Eduardo Vieira, que retribuiu a gentileza com uma canção ao pé do ouvido.

“A música é boa, uma melodia bem carioca”,  comentou Fidelis, paraibano radicado há 30 anos no Rio de Janeiro. No mesmo dia, seu Fidelis viveu uma daquelas histórias que daria  roteiro de filme, uma bela foto ou o capítulo de um livro.

Durante a estada em Araçatuba, ele aproveitou para buscar notícias do irmão que não via há 47 anos. A última informação que tinha era a de que ele vivia em Panorama, cidade paulista quase divisa com o Mato Grosso. Como a cidade é pequena, não foi difícil localizar Paraíba, o irmão “sumido” de Fidelis.

“Foi muita emoção. Agora tenho o endereço e o telefone dele. Não vamos mais perder o contato. A energia dessas pessoas que estão viajando comigo foi que me ajudou a encontrar meu irmão”, disse emocionado.

Comentário